Vantagens do Mininalismo

19-06-2020

A tendência crescente para adquirir objetos só porque sim ou porque acreditamos que precisamos deles, vieram encher as nossas casas, aumentar o nosso trabalho em organizá-los e retirar-nos, a pouco e pouco, um recurso que todos queremos: o dinheiro.  

Se leu o e-book Teorias de Organização, encontra uma dica onde sugiro que adira ao minimalismo. Talvez considere a ideia absurda, mas inverter a tendência crescente de acumular coisas pode ter muitas vantagens:

Economia: a aquisição de bens e a sua manutenção tem custos. Por isso, quanto mais tiver mais despesas terá.

Liberdade: ter menos coisas é ter mais tempo para fazer o que gosta porque não precisa de estar «preso» à necessidade de gerir e organizar... coisas. 

Criatividade: quando não tem tudo (ou quase tudo) poderá recorrer à sua criatividade para encontrar soluções alternativas para viver sem aquele objeto que parecia indispensável.

Felicidade: muitas pessoas julgam que para alcançarem a felicidade basta conseguirem ter determinada coisa. Quando se hipoteca a felicidade com a aquisição de algum bem, provavelmente nunca conseguirá atingir essa felicidade. Deixar que essa sensação dependa da forma como controla as suas emoções e menos daquilo que consegue adquirir poderá ser uma descoberta.

Ecologia: além de poupar os seus recursos financeiros, não desperdiça os recursos do planeta. Reutilize o que já tem e antes de comprar alguma coisa avalie a necessidade de a ter. Precisa mesmo? Pode pedir emprestado? Não tem alternativa?

Inverta o sentido crescente de adquirir objetos e treine o desapego. Ganhe mais tempo e liberdade, tendo uma vida mais simples e muito menos coisas para guardar e organizar. 

Até breve!

Cristina Pinto


Trabalhar a partir de casa é o desejo de muitas pessoas. Sonham não ter de enfrentar o trânsito, acordar mais tarde, ter tempo para outras tarefas, estar mais tempo junto dos filhos, alimentarem-se a horas com comida feita em casa e, sobretudo, não terem de cumprir um horário fixo.

Queria ser jornalista. Depois de terminar o curso, Filipa conseguiu alguns estágios em jornais e publicações locais. Trabalhava sem contrato e sem horário, mas com muitas promessas. Estava a começar a sua carreia e a esperança tornou-se a razão para apostar tudo em cada experiência que saía frustrada. O jornal fechou, a revista não lhe pagou o que...

Por mais livros que as pessoas leiam, por mais cursos que as pessoas frequentem, por mais gurus que as pessoas sigam, há sempre alguém com dificuldade em mudar de vida.