Sugestão de Leitura: Por Amor à Língua

17-04-2020

Acreditamos que algumas expressões estão certas e nem duvidamos que possam ser de outra forma. «Compramos» a primeira palavra que nos cai bem no ouvido. Estará correta a maneira como falo e escrevo?

São muitas as maneiras de dizer e que se tornam o prêt-à-porter das bocas aceleradas. Ou, o «pronto-a-dizer» costurado à medida. As palavras ditas e escritas, quando emprestadas muitas vezes, tornam-se memes.  

Quando não existe a necessidade de reforçar uma ideia, os pleonasmos são usados por mim, por si, por muitos. E, sem termos consciência disso, perpetuamos o seu uso.

Diz o autor que nunca leu um livro que não tivesse encontrado erros. «Um só. Por mais curto que fosse.» 

O meu embaraço foi grande quando me corrigiu pela primeira vez, - logo eu que passo a vida a corrigir as palavras tortas - mas agora reflito antes da emenda e perdi o medo do erro por vício, por ignorância.

O erro, de tão comum, talvez não exista para si, até ler o livro Por Amor à Língua de Manuel Monteiro.

Convido o leitor a assistir a este vídeo, com muito humor (e com amor à língua), e que mostra a frequência com que nos repetidos inutilmente.

Até para a semana.

Cristina Pinto


Já teve dúvidas em saber se escreve «à muito tempo» ou «há muito tempo»? Já viu escrito das duas maneiras e ficou ainda com mais dúvidas? Ou sabe como se escreve e quando tenta explicar duvidam si?

Já sabe o que é a procrastinação, já sabe o quanto isso prejudica o seu desempenho pessoal e profissional, já sabe que tem que fazer alguma coisa, mas continua a ser um procrastinador?

A taxa de desemprego aumentou no segundo trimestre e o mercado não terá capacidade de acolher tantas pessoas disponíveis para trabalhar nos próximos meses. A procura de uma solução poderá passar por criar o seu posto de trabalho a partir de casa.