O Trabalho Remoto já não É o Futuro

25-10-2019

Há mais de vinte anos ouvi dizer que o futuro seriam os serviços, as telecomunicações e os transportes. Se reparar, existe uma crescente oferta de serviços, estamos totalmente dependentes dos meios de comunicação e continuamos a precisar dos serviços de transportes, seja para viajar ou para transportar bens.

 

A forma como comunicamos e os serviços que precisamos já ultrapassaram quaisquer expectativas que tenhamos tido em relação a um futuro que já chegou. Hoje, o trabalho remoto também já não faz parte do futuro. O trabalho remoto é o presente!

Já são muitas as pessoas que conseguem transformar as suas competências numa oferta de serviços. Os empregos tradicionais estão a dar lugar a formas mais eficientes, económicas, flexíveis, cómodas e ecológicas de trabalhar.

A tecnologia e as vantagens económicas, para ambas as partes, vieram acelerar este processo de transição laboral. 

Se por um lado, existe um crescimento e uma procura por esta forma de trabalhar, por outro, ainda existem muitas incertezas e inseguranças. Seja pelo lado do cliente ou seja para quem quer começar a desenvolver uma atividade remota.

Foi a pensar nas dúvidas que continuaram a surgir, que senti a necessidade de partilhar alguns casos reais e que podem responder a dúvidas que muitas pessoas também possam ter. 

Dúvidas de Casos Reais

  • Que tipo de cliente pede que lhe seja redigido um e-mail? O tempo que um cliente leva a pedir o serviço, poderia ser para escrever o e-mail!

Claro que sim, se o motivo do pedido fosse apenas o tempo. Muitas pessoas que têm facilidade em comunicar, e até com excelentes habilitações, não têm muito jeito ou paciência para se expressar por escrito. Há ainda, micro empresários que utilizam o serviço de uma assistente para mostrar a potenciais clientes que não estão sozinhos, dando uma ideia de uma dimensão um pouco maior da empresa que representam. 

  • Que clientes contratam o serviço de uma assistente virtual quando não a conhecem?

Antes de um cliente decidir contratar um serviço virtual, pode fazer pesquisa, procurar outras opiniões, pedir orçamentos e quando se decidir, começa por experimentar um pequeno serviço como teste, mas também pode ser um cliente recomendado por outro.

  • Quais as empresas ou freelancers que  procuram os serviços CLIC?

Pequenas empresas que precisam de suporte escrito, pesquisas, envio de e-mails, execução de flyers, logotipos e vouchers; micro empresários que estão  a criar a sua empresa  e que precisam de um documento de apresentação, pesquisa de fornecedores e prospetar potenciais clientes; profissionais de saúde para a gestão das consultas; freelancers para a revisão de textos para workshops e cursos.

  • Quem é que não sabe escrever um currículo?

Existem pessoas que têm muita dificuldade em escrever. E, não são só as pessoas que não sabem escrever um currículo que contratam este serviço. No meu caso, tenho dois tipos de clientes: os que não se sentem confiantes em redigir um currículo porque não o sabem fazer da melhor forma; e pessoas bastante exigentes, mas que não têm facilidade em sintetizar experiências e precisam de um olhar distanciado, de uma visão desapegada das suas experiências profissionais.

Talvez o leitor seja um freelancer ou um pequeno empresário que ainda não sabe se deve ou não contratar um serviço remoto. 

Ou ainda, poderá querer mudar de vida e tem o desejo secreto de trabalhar remotamente, mas não sabe por onde começar. 

E se eu lhe disser que existe um e-book que o pode ajudar a tornar o seu desejo uma realidade? Sim, o e-book "Como Ser Freelancer" da Krystel Leal que lhe explica tudo. Encontra um conteúdo muito completo desde o momento ideal para começar a trabalhar remotamente até como encontrar clientes ou organizar as suas finanças.

Há vinte anos, estava longe de imaginar que seria possível trabalhar de modo remoto, embora considerasse essa possibilidade, mas de forma imaginada, quase utópica. Hoje, é real. Por isso, é que eu digo que o trabalho remoto não pode ser considerado o trabalho do futuro, mas o trabalho do presente. Apesar desta forma de trabalhar ainda estar em crescimento, não se pode afirmar que será o futuro, quando já é o presente.

A minha dúvida é saber qual será o trabalho do futuro. Talvez ainda não tenha sido criado ou eu ainda não tenha conseguido identificar qual será. 

Para si, qual será o trabalho do futuro?

Cristina Pinto